Colaboradoras/es

Jucinei-Ramos

JUCINEI RAMOS DA SILVA

jucineiramos15@gmail.com

Orientação e elaboração de material didático

Jucinei Ramos da Silva nasceu em Tucuruí – PA. Pedagogo formado pela Faculdade Anglo Latino – SP, e Professor de Artes Visuais formado pela Universidade Federal do Pará UFPA. Atua desde 1999 no exercício do magistério. Atuou como Coordenador de Ensino da Arte (2014-2016) no Município de Breu Branco – PA. Fascinado pela leitura, escrita e universo infantil, descobriu em 2012 outra paixão, a Linguagem Visual. Desde 2017 atua como Professor de Artes Visuais. Atualmente, nos municípios de Marabá – PA e Parauapebas – PA.

RAYDA-LIMA

RAYDA LIMA

@raydalima

Fotografia de obras do acervo

Formada em Administração, com pós graduação em Gestão Pública. É fotógrafa e especialista na pesquisa e criação de imagens com a temática Afro e Indígena. Realiza projetos de pesquisa na área de Acessibilidade e Inclusão no campo das Artes. Além disso, ministra cursos de fotografia para indígenas e já realizou exposições fotográficas sobre os temas que pesquisa em diversos espaços em Marabá. Reconhecida com o Prêmio de melhor fotografia no edital VER-A-CIDADE-DE-MARABÁ, realizado pela Galeria de Arte Vitória Barros. É premiada com o projeto Curso de Fotografia Inclusiva no prêmio de Artes Visuais do edital Cultura em Movimento, realizado com apoio da Lei Aldir Blanc, em Marabá. Faz parte do Núcleo de Acessibilidade Educação e Saúde – NAES / UEPA Campus VIII.

Gil-Vieira-Costa

GIL VIEIRA COSTA

gilvieiracosta@unifesspa.edu.br

Pesquisa e Produção de texto crítico

Professor na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá. Realizou Doutorado em História e Mestrado em Artes, ambos pela Universidade Federal do Pará, e Graduação em Artes Visuais pela Escola Superior Madre Celeste. Atua no campo da crítica e da história da arte, com interesse em temas das artes e culturas visuais na Amazônia. Participou em diversas publicações especializadas e publicou o livro “Espaços em trânsito: múltiplas territorialidades da arte contemporânea paraense”, que recebeu o “Prêmio Vicente Salles – Gênero Ensaio”, no Prêmio IAP de Artes Literárias 2013 do Instituto de Artes do Pará. É Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP).

Daysene-Ferraz

DAYSEANE FERRAZ

dayseaneferraz@yahoo.com.br

Pesquisa e Produção de texto crítico

Doutora em Antropologia e Mestre em História Social da Amazônia. Docente do Curso de História da Universidade da Amazônia – UNAMA, e Pesquisadora do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secult-PA.

Armando-Queiroz

ARMANDO QUEIROZ

alfaquebec@gmail.com

Pesquisa e Produção de texto crítico

ARMANDO QUEIROZ, 1968. Artista e doutor em Artes Visuais (EBA-UFMG). Detém-se conceitualmente às questões sociais, políticas e patrimoniais. Cria e pesquisa a partir de observações das ruas, relacionando-se com objetos e fazeres do cotidiano, tem como referência a cidade e a pessoa. Vive e trabalha em Marabá.

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MARISA MOKARZEL

marisamokarzel9@gmail.com

Pesquisa e Produção de texto crítico

Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e mestre em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi professora e pesquisadora da Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura, da Universidade da Amazônia-UNAMA e pesquisadora e professora visitante da Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará-UFPA. Pertence aos Grupos de Pesquisa: Arte, Memória e Acervos da Amazônia; e Bordas Diluídas, ambos do CNPQ, PPGARTES/UFPA. Foi diretora do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas da Secretaria de Estado de Cultura do Pará. Autora do livro “Navegante da Luz: Miguel Chikaoka e o navegar de uma produção experimental”, resultado da Bolsa Funarte Estímulo à Produção Crítica (2014).

MEMÓRIAS

“De sorte que, trazendo do berço esse sonho, e não oferecendo uma oportunidade para vivê-lo em um centro cultural adiantado, como Belém - para não irmos mais longe - fiquei no mato, junto à Natureza. E fui barqueiro, e castanheiro: patrão também e até mesmo “perna de governo municipal”. Um vivente afinal na área da castanha, nos pedrais do rio, no descampado goiano, preservando sempre aquela tendência artística, lutando silenciosamente para transformá-la em realidade. Contei para tanto com a ajuda do meu mundo, a Natureza exuberante do meu vale imenso e verde, Tocantins - Araguaia. A gente ama profundamente os rios.”

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Olha, isso que eu faço não é nada mais, nada menos, que uma confissão. Registro o que vi na minha meninice de pés descalços e a beira-rio. A Amazônia me deu condições para pesquisar e investigar. Ganhei, lá, régua e compasso. Quero, agora, definir minhas formas e fôrmas: saber o que, no meu trabalho, vem a ser desperdício de material, de tinta e gasto de tempo.”

Pedro Morbach. (Reportagem “Amazônia Figurada”, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 17 de março de 1971).

“De estilo não entendo e isso jamais me preocupou. Se pode apontar algum, em meus trabalhos ditos de arte, ele resulta sem dúvida de um chocante contraste que me atingiu profundamente.”

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Quem mora em Belém ou São Paulo sabe dos problemas que o lavrador enfrenta para conseguir uma porção de terra. Mas não basta constatar isso, as pessoas precisam lutar contra a injustiça social em cada campo de trabalho, despertando a opinião pública sobre o assunto.”

Pedro Morbach. (Relato sobre a devastação na Amazônia, Jornal O Liberal, Belém, 24 de junho de 1987).

“Quando descobriu sua vocação para o desenho?
Vendo meu pai desenhar, para os filhos se divertirem. Quando ele não pôde um dia me atender, peguei um lápis e desenhei um animal que eu queria. E estava descoberta a pólvora.”

Augusto Morbach. (Entrevista ao jornal “A Província do Pará”, 17 de maio de 1976).

“A pintura faz parte da minha vida. Creio mesmo que eu antes de engatinhar já fazia alguns rabiscos no chão da minha trajetória. Hoje, embora não tenha seguido nem participado de nenhuma escola de artes, faço do meu trabalho um reviver das raízes culturais da minha região. Talvez a denúncia de todos esses crimes que estão sendo cometidos à sua ocupação irracional.”

Pedro Morbach. (Entrevista ao jornal Correio do Tocantins).

“O desenho me fascinou! Na beleza do corpo humano, esta criação plástica do Todo-Poderoso. Como disse, eu tinha o grande aliado para alimentar meu sonho: a Natureza. E aqui peço perdão para fazer citações (o que alguns consideram pecado, menos os incultos, como eu). Cito Shakespeare “A própria Arte é a Natureza”. Cito Zola “A Arte é a Natureza vista através de um temperamento”.

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Meu primeiro desenho foi de um camponês, eu devia ter uns seis anos. Porém, a imagem de seu perfil curvado e olhar triste ainda hoje é muito nítida em minha memória”.

Pedro Morbach.

“(...) O chão de onde vim é um chão de muita estória. Caucheiros, castanheiros e garimpeiros, barqueiros e sobretudo os pilotos do Tocantins, deixaram sagas maravilhosas que aos poucos se vão perdendo, porque aquela gleba e sua gente não resistirão à avalanche do progresso (...)”.

Augusto Morbach. (Entrevista ao jornal “A Província do Pará”, 17 de maio de 1976).

“Aprendi vendo a vida correr, com os pés no chão, observando o trote dos tropeiros, a garimpada funcionando solta (...). Nem clássicos, nem convencionais, muito menos acadêmicos: eu os quero (desenhos) simples, modestos, vitais, como eu e a angústia real que os motivou.”

Pedro Morbach. (Reportagem “Amazônia Figurada”, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 17 de março de 1971).

“De sorte que, trazendo do berço esse sonho, e não oferecendo uma oportunidade para vivê-lo em um centro cultural adiantado, como Belém - para não irmos mais longe - fiquei no mato, junto à Natureza. E fui barqueiro, e castanheiro: patrão também e até mesmo “perna de governo municipal”. Um vivente afinal na área da castanha, nos pedrais do rio, no descampado goiano, preservando sempre aquela tendência artística, lutando silenciosamente para transformá-la em realidade. Contei para tanto com a ajuda do meu mundo, a Natureza exuberante do meu vale imenso e verde, Tocantins - Araguaia. A gente ama profundamente os rios.”

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Olha, isso que eu faço não é nada mais, nada menos, que uma confissão. Registro o que vi na minha meninice de pés descalços e a beira-rio. A Amazônia me deu condições para pesquisar e investigar. Ganhei, lá, régua e compasso. Quero, agora, definir minhas formas e fôrmas: saber o que, no meu trabalho, vem a ser desperdício de material, de tinta e gasto de tempo.”

Pedro Morbach. (Reportagem “Amazônia Figurada”, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 17 de março de 1971).

“De estilo não entendo e isso jamais me preocupou. Se pode apontar algum, em meus trabalhos ditos de arte, ele resulta sem dúvida de um chocante contraste que me atingiu profundamente.”

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Quem mora em Belém ou São Paulo sabe dos problemas que o lavrador enfrenta para conseguir uma porção de terra. Mas não basta constatar isso, as pessoas precisam lutar contra a injustiça social em cada campo de trabalho, despertando a opinião pública sobre o assunto.”

Pedro Morbach. (Relato sobre a devastação na Amazônia, Jornal O Liberal, Belém, 24 de junho de 1987).

“Quando descobriu sua vocação para o desenho?
Vendo meu pai desenhar, para os filhos se divertirem. Quando ele não pôde um dia me atender, peguei um lápis e desenhei um animal que eu queria. E estava descoberta a pólvora.”

Augusto Morbach. (Entrevista ao jornal “A Província do Pará”, 17 de maio de 1976).

“A pintura faz parte da minha vida. Creio mesmo que eu antes de engatinhar já fazia alguns rabiscos no chão da minha trajetória. Hoje, embora não tenha seguido nem participado de nenhuma escola de artes, faço do meu trabalho um reviver das raízes culturais da minha região. Talvez a denúncia de todos esses crimes que estão sendo cometidos à sua ocupação irracional.”

Pedro Morbach. (Entrevista ao jornal Correio do Tocantins).

“O desenho me fascinou! Na beleza do corpo humano, esta criação plástica do Todo-Poderoso. Como disse, eu tinha o grande aliado para alimentar meu sonho: a Natureza. E aqui peço perdão para fazer citações (o que alguns consideram pecado, menos os incultos, como eu). Cito Shakespeare “A própria Arte é a Natureza”. Cito Zola “A Arte é a Natureza vista através de um temperamento”.

Augusto Morbach. (Jornal A Província do Pará. Matéria “Artista dos Castanhais e Pedrais do Tocantins”, 1976).

“Meu primeiro desenho foi de um camponês, eu devia ter uns seis anos. Porém, a imagem de seu perfil curvado e olhar triste ainda hoje é muito nítida em minha memória”.

Pedro Morbach.

“(...) O chão de onde vim é um chão de muita estória. Caucheiros, castanheiros e garimpeiros, barqueiros e sobretudo os pilotos do Tocantins, deixaram sagas maravilhosas que aos poucos se vão perdendo, porque aquela gleba e sua gente não resistirão à avalanche do progresso (...)”.

Augusto Morbach. (Entrevista ao jornal “A Província do Pará”, 17 de maio de 1976).

“Aprendi vendo a vida correr, com os pés no chão, observando o trote dos tropeiros, a garimpada funcionando solta (...). Nem clássicos, nem convencionais, muito menos acadêmicos: eu os quero (desenhos) simples, modestos, vitais, como eu e a angústia real que os motivou.”

Pedro Morbach. (Reportagem “Amazônia Figurada”, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 17 de março de 1971).

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